Fábula: A Lebre e a Tartaruga
Uma manhã, a lebre pulou até o lago, para descansar com a luz do sol quente. Outros animais já estavam lá. A raposa estava deitada nas rochas, limpando seu suave casaco e a tartaruga estava engolindo a grama verde perto da borda da água. A lebre parou e observou-os por um tempo.

Logo a raposa bocejou e se afastou para dormir, mas a tartaruga continuou vagando lentamente, sua pequena língua rosa puxando cada cacho de grama. A lebre agitou as longas orelhas e pulou para perto dela. A tartaruga parou de mastigar e olhou para ela.

"Você parece engraçada quando comeu", riu a lebre. "Seus pés são curtos e grossos, e você se move tão devagar. Não é de admirar que você gaste muito tempo comendo - leva muito tempo para você obter grama suficiente".

A tartaruga apenas olhou para ela, e então começou a mastigar novamente. A lebre estava irritada. Ela queria que todos conversassem com ela. Ela tamborilou um dos seus grandes pés no chão.

Fábula: A Lebre e a Tartaruga

"Eu sou o animal mais rápido", ela gritou. "Quando eu corro a toda velocidade, ninguém pode me vencer". Ela olhou para a raposa, que estava novamente acordada e observando atentamente. "Eu desafio qualquer um para uma corrida", disse a lebre, mexendo as orelhas orgulhosamente.

Ninguém respondeu. Então, a tartaruga engoliu seu bocado de grama. "Eu aceito", disse ela. "Mesmo que você seja tão rápida quanto o vento, eu ainda posso vencê-la em uma corrida".

A lebre riu alto. "Aceito o desafio", disse ela. A tartaruga sugeriu que a raposa deveria escolher quando correriam, onde começariam e o ponto de chegada. A raposa achou que seria muito divertido e sugeriu depois de amanhã como dia da corrida.

Quando chegou a hora, a lebre e a tartaruga se alinharam na rocha plana, que era o ponto de partida designado da raposa. Ela disse que eles deveriam correr a margem do lago e a primeira que passasse junto a antiga árvore caída seria declarada vencedora. A corrida começou.

A lebre saltava à velocidade máxima e logo dobrou uma curva e estava fora da vista. A tartaruga se movia a um ritmo lento e constante - nunca parava para descansar ou comer.

Correndo ao lado do lago, a lebre sentiu o sol quente nas costas e diminuiu um pouco. Então ela parou. "Umm", disse ela, esticando. "Levará muito tempo para a tartaruga recuperar o atraso. Eu tenho tempo para uma soneca". E ela se deitou na grama e dormiu.

A tartaruga avançou lentamente, dobrou a curva, passou a lebre dorminhoca e seguiu em direção ao ponto de chegada. No momento, o sol estava baixo sobre o lago e a noite estava chegando.

A lebre se agitou quando sentiu a queda da temperatura, depois lembrando a corrida, saltou e saltou de novo. Ao longe viu a raposa e os outros animais reunidos perto do ponto de chegada da árvore caída.

"Bom. Eles estão esperando para me aplaudir quando eu ganhar", ela ria enquanto corria. Então ela viu a tartaruga em um montículo de erva ao lado da árvore. A raposa estava falando com ela. A lebre saltou o mais rápido possível. Ela não podia acreditar que havia perdido. A raposa acenou com a cabeça para ela e pediu a todos que ficassem calados. Então ela parabenizou a tartaruga ao ganhar a corrida. A tartaruga estava cansada e dormiu.

Alguns dos outros animais se aglomeraram ao redor da lebre para lhe perguntar o que aconteceu. Ela deveria ter ganho, não deveria? Suas pernas eram muito mais longas do que as tartarugas e ela venceu outras corridas no passado. A lebre estava com raiva de si mesma e se sentia muito boba.

Qual é a moral da história?

Devagar se vai ao longe!

Devagar, mas constante se ganha a corrida

Quando você encara as coisas sem seriedade e desprezo, porque você acha que tem uma vantagem sobre alguém, você pode se surpreender.

Fim
Fábula: A raposa e o gato
Uma raposa e um gato estavam caminhando juntos quando a raposa começou a se orgulhar de quão inteligente era ela.

"Estou preparado para qualquer situação", disse a raposa. "Eu tenho um saco de truques para escolher se meus inimigos tentarem me capturar".

"Tenho medo de ter apenas um truque, mas sempre funcionou para mim", disse o gato timidamente.

A raposa olhou para o gato e balançou a cabeça. "Um truque, que burro é isso? Tenho muitas maneiras de fugir", disse a raposa.

Raposa, "ainda penso que é melhor ter um truque que funciona do que perder tempo tentando escolher entre uma dúzia" disse o gato suavemente.

"Burrice" gritou a raposa. "Você não é tão inteligente quanto eu"

Fábula: A raposa e o gato

Naquele momento, eles ouviram um bando de cães latindo enquanto se aproximavam deles. O gato imediatamente correu até a árvore mais próxima e se escondeu em um dos ramos mais altos.

"Esse é o meu truque", gritou o gato do alto da árvore. "É melhor você chegar a esse saco de truques seus e escolher um agora ou você será história"

"Ok, Ok, fique calmo", disse a raposa para si mesma.

"Eu deveria correr e me esconder atrás da cerca mais próxima?

Ou eu deveria pular em uma toca?

Os cães estavam cada vez mais pertos.

"Pular em uma toca é o caminho a seguir", disse a raposa, e começou a correr ao redor do campo à procura de uma toca.

"Não, esse é muito pequeno, não consigo descer o suficiente. Este é muito grande, eles também podem descer. Talvez esse aqui?"

Muito tarde. Enquanto a raposa desperdiçava o tempo, confundida por muitas escolhas, os cães a pegaram e a mataram.

O gato olhou tristemente e disse: "É melhor ter uma maneira segura do que uma centena que você não pode escolher".

Fim